Conhecer melhor os desafios da vida moderna é fundamental porque muitos dos desconfortos que sentimos não são falhas pessoais, mas efeitos de um ambiente que nem sempre foi pensado para o bem-estar humano. Quando entendemos como fatores como a luz artificial, a falta de contato com a natureza, o excesso de escolhas ou a perda dos espaços públicos afetam nosso corpo e mente, conseguimos enxergar padrões invisíveis que moldam nossas vidas. Essa consciência nos dá poder de adaptação: em vez de apenas reagir ao estresse, à ansiedade ou à sensação de vazio, podemos criar estratégias conscientes para recuperar equilíbrio, saúde e sentido em meio a um mundo que, apesar de estranho, ainda pode ser vivido de forma mais humana. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Vânia Silva Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Wilkins, A. J., Ninimo-Smith, I., Slater, A. I., & Bedocs, L. (1988). Fluorescent lighting, headaches and eyestrain. Lighting Research and Technology, 21(1), 11–18. Chevalier, G. (2012). Earthing: Health implications of reconnecting the human body to the Earth’s surface electrons. Journal of Environmental and Public Health. Berridge, K. C., & Robinson, T. E. (1998). What is the role of dopamine in reward: hedonic impact, reward learning, or incentive salience? Psychopharmacology, 199, 251–262. Lasaleta, J. D., Sedikides, C., & Vohs, K. D. (2014). Nostalgia weakens the desire for money. Journal of Consumer Research, 41(3), 713–729. Klepeis, N. E., Nelson, W. C., Ott, W. R., Robinson, J. P., Tsang, A. M., Switzer, P. et al. (2001). The National Human Activity Pattern Survey (NHAPS): A resource for assessing exposure to environmental pollutants. Kaplan, S. (1995). The restorative benefits of nature: Toward an integrative framework. Journal of Environmental Psychology, 15, 169–182. Schwartz, B. (2004). The Paradox of Choice: Why more is less. Harper Perennial. Katzmarzyk, P. T., Church, T. S., Craig, C. L., & Bouchard, C. (2009). Sitting time and mortality from all causes, cardiovascular disease, and cancer. Medicine & Science in Sports & Exercise. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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