Conhecer melhor certos sinais de trauma é fundamental porque eles nem sempre aparecem como dor explícita ou lembranças claras do passado, mas como atitudes, frases e padrões emocionais que moldam silenciosamente nossa forma de viver e nos relacionar. Quando reconhecemos esses sinais, deixamos de nos julgar como “fracos”, “friamente racionais” ou “exageradamente controladores” e passamos a compreender que muitos desses comportamentos foram estratégias legítimas de sobrevivência. Essa consciência abre espaço para escolhas mais saudáveis no presente, fortalece a autocompaixão e permite que o cuidado substitua a repetição automática de feridas antigas. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Bowlby, J. (1988). A secure base: Parent-child attachment and healthy human development. New York: Basic Books. Ainsworth, M. D. S., Blehar, M. C., Waters, E., & Wall, S. (1978). Patterns of attachment: A psychological study of the strange situation. Hillsdale, NJ: Erlbaum. Mikulincer, M., & Shaver, P. R. (2016). Attachment in adulthood: Structure, dynamics, and change (2nd ed.). New York: Guilford Press. Jurkovic, G. J. (1997). Lost childhoods: The plight of the parentified child. New York: Brunner/Mazel. Hooper, L. M., Doehler, K., Wallace, S. A., & Hannah, N. J. (2011). The parentification inventory: Development, validation, and cross-validation. The American Journal of Family Therapy, 39(3), 226–241. Gross, J. J., & John, O. P. (2003). Individual differences in two emotion regulation processes: Implications for affect, relationships, and well-being. Journal of Personality and Social Psychology, 85(2), 348–362. Damasio, A. R. (1994). Descartes’ error: Emotion, reason, and the human brain. New York: Putnam. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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