Entender como manter a calma diante de ataques e críticas é fundamental porque isso impacta diretamente nossa saúde mental, nossos relacionamentos e até nossas decisões ao longo da vida. Quando não sabemos lidar com esse tipo de situação, reagimos de forma impulsiva, acumulamos estresse e muitas vezes criamos conflitos desnecessários. Por outro lado, ao desenvolver essa habilidade, ganhamos autocontrole, clareza emocional e uma postura mais estratégica diante das dificuldades. Em outras palavras, aprender a se manter calmo não é apenas sobre “não reagir”, mas sobre assumir o controle da própria mente e proteger aquilo que talvez seja mais valioso: a sua paz. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Eisenberger, N. I., Lieberman, M. D., & Williams, K. D. (2003). Does rejection hurt? An fMRI study of social exclusion. Science, 302(5643), 290–292. [https://doi.org/10.1126/science.1089134] Gross, J. J. (1998). The emerging field of emotion regulation. Review of General Psychology, 2(3), 271–299. [https://doi.org/10.1037/1089-2680.2.3.271] Kosslyn, S. M., Ganis, G., & Thompson, W. L. (2001). Neural foundations of imagery. Nature Reviews Neuroscience, 2(9), 635–642. [https://doi.org/10.1038/35090055] LeDoux, J. (2000). Emotion circuits in the brain. Annual Review of Neuroscience, 23, 155–184. [https://doi.org/10.1146/annurev.neuro.23.1.155] Arnsten, A. F. T. (2009). Stress signalling pathways that impair prefrontal cortex structure and function. Nature Reviews Neuroscience, 10(6), 410–422. [https://doi.org/10.1038/nrn2648] Rogers, C. R. (1951). Client-Centered Therapy. Houghton Mifflin. Alberti, R. E., & Emmons, M. L. (2008). Your Perfect Right. Impact Publishers. Decety, J., & Cowell, J. M. (2014). The complex relation between morality and empathy. Trends in Cognitive Sciences, 18(7), 337–339. [https://doi.org/10.1016/j.tics.2014.04.008] Keltner, D., Gruenfeld, D. H., & Anderson, C. (2003). Power, approach, and inhibition. Psychological Review, 110(2), 265–284. [https://doi.org/10.1037/0033-295X.110.2.265] #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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