Conhecer melhor os transtornos raros é fundamental porque eles revelam aspectos únicos do funcionamento do cérebro e da mente que muitas vezes passam despercebidos. Embora pouco comuns, essas condições ajudam a ciência a compreender como diferentes áreas cerebrais se conectam, como a percepção da realidade é construída e o que acontece quando esse delicado equilíbrio é rompido. Além disso, a conscientização sobre esses transtornos amplia a empatia social, reduz o estigma enfrentado pelos pacientes e contribui para diagnósticos mais rápidos e tratamentos mais adequados. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Nayara Lopes Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Berti, A., Papagno, C., & Vallar, G. (1986). Balint syndrome: A case of simultanagnosia. Italian Journal of Neurological Sciences, 7(4), 261-264. https://doi.org/10.1007/BF02230891 Snowden, J. S., Goulding, P. J., & Neary, D. (1989). Semantic dementia syndrome: One of the clinical forms of frontotemporal lobar degeneration (FTLD) characterised by a language semantic disturbance associated to non-verbal semantic memory impairment. Estudo de casos brasileiros. In C. Paper/ed. / Brazilian sample of 19 semantic dementia cases (1999-2007). Disponível em PubMed: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29213413/ Czarnecki, K., Duffy, J. R., Nehl, C. R., Cross, S. A., Jack, C. R. Jr., Shiung, M. M., Josephs, K. A., & Boeve, B. F. (2008). Very early semantic dementia with progressive temporal lobe atrophy: An 8-year longitudinal study. Archives of Neurology, 65(12), 1659-1663. https://doi.org/10.1001/archneurol.2008.507 Komori, K., Ikeda, M., & Nakagawa, Y., & Tanabe, H. (2003). The role of the right temporal lobe in semantic memory: evidence from semantic dementia. Higher Brain Function Research, 23(2), 107-118. https://doi.org/10.2496/hbfr.23.107 Komori, K., & Shimizu, H. (2020). Semantic memory impairments in semantic dementia. Japanese Journal of Neuropsychology, 36(4), 156-167. https://doi.org/10.20584/neuropsychology.17096 Berrios, G. E., & Luque, R. (1995). Cotard’s syndrome: analysis of 100 cases. Psychological Medicine, 25(5), 1055-1065. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/7625193/ Young, A. W., Leafhead, K. M. (1996). Attributional style in a case of Cotard delusion. In Method in Madness: Case Studies in Cognitive Neuropsychiatry (Halligan, P. W. & Marshall, J. C., eds.). Lawrence Erlbaum Associates. (Caso apresentado em artigo: Attributional style in a case of Cotard delusion). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16854594/ #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
Pour écouter tout en utilisant d'autres applis, passez le lecteur en Picture-in-Picture (PiP) pendant la lecture : il continue dans une petite fenêtre flottante (l'écran reste allumé).
Pour écouter écran complètement éteint, la lecture dans le navigateur s'arrête en raison du fonctionnement de YouTube. Ouvrez la vidéo dans l'application YouTube pour continuer à écouter là où la lecture en arrière-plan est prise en charge (par exemple avec YouTube Premium).
Ouvrir dans l'appli YouTube