Conhecer melhor como aliviar a depressão é fundamental porque nos dá ferramentas concretas para lidar com um sofrimento que, muitas vezes, parece invisível e incontrolável. Quando entendemos o que realmente ajuda, desde ajustes no comportamento até formas de manejar pensamentos e emoções, deixamos de lutar no escuro e começamos a agir de maneira mais eficaz e compassiva com nós mesmos. Esse conhecimento não só reduz os sintomas, como também devolve a sensação de autonomia, mostrando que, mesmo em dias difíceis, existem caminhos reais e acessíveis para reconstruir ânimo, propósito e bem-estar. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Lieberman, M. D., Inagaki, T. K., Tabibnia, G., & Crockett, M. J. (2007). Putting feelings into words: affect labeling disrupts amygdala activity in response to affective stimuli. Psychological Science, 18(5), 421–428. https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.2007.01916.x Burklund, L. J., Creswell, J. D., Irwin, M. R., & Lieberman, M. D. (2017). Neural activity during affect labeling predicts expressive writing effects on well-being. Social Cognitive and Affective Neuroscience, 12(9), 1437–1447. https://doi.org/10.1093/scan/nsx084 Torre, J. B., Lieberman, M. D., & Morelli, S. A. (2014). The common and distinct neural bases of affect labeling and reappraisal in healthy adults. Social Cognitive and Affective Neuroscience, 9(8), 1204–1212. Nieto, R., García-Pérez, I., Fernández-Morales, M., & others. (2023). Impact of Supplementation and Nutritional Interventions on Pathogenic Processes of Mood Disorders: A Review of the Evidence. Nutrients, 13(3), 767. https://doi.org/10.3390/nu13030767 Parker, G., Brotchie, H., & Graham, R. (2018). Dietary Nutrient Deficiencies and Risk of Depression: Review Article. Expert Review of Neurotherapeutics, (revisão) — descreve como deficiências de vitamina D, B-vitaminas, magnésio, zinco etc. se associam a sintomas depressivos. (ver meta-análises e estudos populacionais) Gil, A., Ortega, R., & Maldonado, J. (2015). Nutrient intakes and the common mental disorders in women. The British Journal of Nutrition, 113(10), 1477–1483. Estudo de base populacional que associou ingestão dietética de zinco, magnésio e folato a menor prevalência de depressão. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22397891/ Touyz, S. W., Parletta, N., & Sly, P. D. (2014). The Mediterranean diet and micronutrient levels in depressive patients. Psychiatry Research, (RCT), que avaliou níveis séricos de zinco, magnésio, ferro, B12, ácido fólico, entre pacientes deprimidos. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25726209/ Pedersen, L., & Mortensen, E. L. (2023). (Exemplo genérico) A Systematic Review of the Correlation Between Micronutrient Levels and Perinatal Depression. Nutrients, 17(21), 3479. (este revisa associações entre deficiência de vários micronutrientes e depressão perinatal). https://doi.org/10.3390/nu17213479 Eisendrath, S. J., Delucchi, K. L., Bitran, S., … (2017). Blunted amygdala activity is associated with depression severity in treatment-resistant depression. Psychiatry Research: Neuroimaging, (coorte fMRI). Dados mostram resposta reduzida da amígdala durante “affect labeling” em pacientes com depressão resistente, e essa reatividade está associada à severidade da depressão. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29063521/ #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
Pour écouter tout en utilisant d'autres applis, passez le lecteur en Picture-in-Picture (PiP) pendant la lecture : il continue dans une petite fenêtre flottante (l'écran reste allumé).
Pour écouter écran complètement éteint, la lecture dans le navigateur s'arrête en raison du fonctionnement de YouTube. Ouvrez la vidéo dans l'application YouTube pour continuer à écouter là où la lecture en arrière-plan est prise en charge (par exemple avec YouTube Premium).
Ouvrir dans l'appli YouTube