Compreender a diferença entre apreciar a solitude e apresentar sinais de Transtorno de Personalidade Esquiva é extremamente importante para evitar interpretações equivocadas sobre o próprio comportamento ou o comportamento de outras pessoas. Gostar de ficar sozinho pode ser uma escolha saudável e até necessária para descanso emocional, criatividade e reflexão. No entanto, no caso do transtorno, o isolamento não nasce de uma preferência genuína, mas de um medo intenso de rejeição, crítica ou humilhação social. Enquanto a solitude costuma ser vivida com sensação de paz e autonomia, a esquiva geralmente vem acompanhada de ansiedade, sofrimento e desejo frustrado de conexão. Entender essa diferença ajuda a reconhecer quando o isolamento é apenas um estilo de vida, e quando pode ser um sinal de que alguém precisa de apoio psicológico. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Aaron T. Beck, A. T., & Arthur Freeman, A. (1990). Cognitive therapy of personality disorders. New York: Guilford Press. https://openlibrary.org/books/OL1873786M/Cognitive_therapy_of_personality_disorders American Psychiatric Association. (2022). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed., text rev.; DSM-5-TR). Washington, DC: American Psychiatric Publishing. https://www.psychiatry.org/psychiatrists/practice/dsm Geraldine Downey, G., & Scott I. Feldman, S. (1996). Implications of rejection sensitivity for intimate relationships. Journal of Personality and Social Psychology, 70(6), 1327–1343. https://doi.org/10.1037/0022-3514.70.6.1327 Theodore Millon, T., & Roger D. Davis, R. (1996). Disorders of personality: DSM-IV and beyond. New York: Wiley. Thomas A. Widiger, T. A., & Timothy J. Trull, T. J. (2007). Plate tectonics in the classification of personality disorder: Shifting to a dimensional model. American Psychologist, 62(2), 71–83. https://doi.org/10.1037/0003-066X.62.2.71 Andrew E. Skodol, A. E., et al. (2002). The Collaborative Longitudinal Personality Disorders Study (CLPS): Overview and implications. Journal of Personality Disorders, 16(6), 487–504. https://doi.org/10.1521/pedi.16.6.487.22139 David M. Clark, D. M., & Adrian Wells, A. (1995). A cognitive model of social phobia. In R. Heimberg et al. (Eds.), Social phobia: Diagnosis, assessment and treatment. New York: Guilford Press. Stefan G. Hofmann, S. G., & Jasper A. J. Smits, J. A. J. (2008). Cognitive-behavioral therapy for adult anxiety disorders: A meta-analysis. Journal of Clinical Psychiatry, 69(4), 621–632. https://doi.org/10.4088/JCP.v69n0415 Jeffrey Young, J. E., Janet S. Klosko, J. S., & Marjorie E. Weishaar, M. E. (2003). Schema therapy: A practitioner’s guide. New York: Guilford Press. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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