Entender profundamente o que ninguém ensina sobre o amor, especialmente sob a perspectiva feminina, é essencial para quebrar padrões invisíveis que muitas vezes levam ao sofrimento silencioso. Quando você passa a enxergar essas dinâmicas com mais clareza, deixa de agir no automático, influenciada por expectativas culturais ou idealizações irreais, e começa a fazer escolhas mais conscientes, alinhadas com seu bem-estar emocional e sua dignidade. Conhecer esse tema não muda apenas a forma como você se relaciona com os outros, mas transforma, principalmente, a forma como você se posiciona dentro de um relacionamento, com mais lucidez, mais limites e muito mais respeito por si mesma. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Sapolsky, R. M., Romero, L. M., & Munck, A. U. (2000). How do glucocorticoids influence stress responses? Integrating permissive, suppressive, stimulatory, and preparative actions. Endocrine Reviews, 21(1), 55–89. https://doi.org/10.1210/edrv.21.1.0389 Sapolsky, R. M. (1998). Why zebras don’t get ulcers: An updated guide to stress, stress-related disease, and coping. Freeman. Bowlby, J. (1969). Attachment and loss: Vol. 1. Attachment. Basic Books. Bowlby, J. (1988). A secure base: Parent-child attachment and healthy human development. Basic Books. Kahneman, D., & Tversky, A. (1979). Prospect theory: An analysis of decision under risk. Econometrica, 47(2), 263–291. https://doi.org/10.2307/1914185 Lovallo, D., & Kahneman, D. (2003). Delusions of success: How optimism undermines executives’ decisions. Harvard Business Review, 81(7), 56–63. McCrae, R. R., & Costa, P. T. (1992). Discriminant validity of NEO-PI-R facet scales. Educational and Psychological Measurement, 52, 229–237. McCrae, R. R., & Costa, P. T. (2000). Personality in adulthood: A five-factor theory perspective. Guilford Press. Goleman, D. (1995). Emotional intelligence: Why it can matter more than IQ. Bantam Books. Salovey, P., & Mayer, J. D. (1990). Emotional intelligence. Imagination, Cognition and Personality, 9(3), 185–211. Joseph, D. L., & Newman, D. A. (2010). Emotional intelligence: An integrative meta-analysis and cascading model. Journal of Applied Psychology, 95(1), 54–78. Thaler, R. H. (1980). Toward a positive theory of consumer choice. Journal of Economic Behavior & Organization, 1(1), 39–60. Kahneman, D., Knetsch, J. L., & Thaler, R. H. (1986). Fairness and the assumptions of economics. Journal of Business, 59(4), S285–S300. McEwen, B. S., & Sapolsky, R. M. (1995). Stress and cognitive function. Current Opinion in Neurobiology, 5(2), 205–216. Segerstrom, S. C., & Miller, G. E. (2004). Psychological stress and the human immune system: A meta-analytic study. Psychological Bulletin, 130(4), 601–630. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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