Entender que aquilo que chamamos de “preguiça” pode, na verdade, ser um sinal de algo mais profundo é essencial para quebrar ciclos de culpa e autossabotagem. Quando você passa a enxergar esse comportamento à luz da ciência — envolvendo fatores como estresse crônico, alterações na dopamina e até condições como Depressão ou disfunções executivas — você deixa de se julgar de forma simplista e começa a agir com mais consciência e estratégia. Esse conhecimento não apenas aumenta a autocompaixão, mas também abre caminho para soluções reais e eficazes, permitindo que você avance de forma mais leve, sustentável e alinhada com o seu próprio funcionamento mental. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Sapolsky, R. M. (2000). Glucocorticoids and hippocampal atrophy in neuropsychiatric disorders. Archives of General Psychiatry, 57(10), 925–935. https://doi.org/10.1001/archpsyc.57.10.925 McEwen, B. S., & Sapolsky, R. M. (1995). Stress and cognitive function. Current Opinion in Neurobiology. (Discussido em revisões modernas sobre estresse) Lupien, S. J., et al. (2009). Effects of stress throughout the lifespan on the brain, behaviour and cognition. Nature Reviews Neuroscience. (Referenciado em revisões recentes) McEwen, B. S., & Morrison, J. H. (2013). The brain on stress: Vulnerability and plasticity of the prefrontal cortex. Nature Reviews Neuroscience. Sandi, C. (2013). Stress and cognition. Wiley Interdisciplinary Reviews: Cognitive Science. Schultz, W. (1998). Predictive reward signal of dopamine neurons. Journal of Neurophysiology, 80(1), 1–27. https://doi.org/10.1152/jn.1998.80.1.1 Tritsch, N. X., & Sabatini, B. L. (2012). Dopaminergic modulation of synaptic transmission. Neuron, 76(1), 33–50. https://doi.org/10.1016/j.neuron.2012.09.023 Beck, A. T. (1967). Depression: Clinical, experimental, and theoretical aspects. University of Pennsylvania Press. Beck, A. T., Rush, A. J., Shaw, B. F., & Emery, G. (1979). Cognitive therapy of depression. Guilford Press. Baumeister, R. F., Bratslavsky, E., Muraven, M., & Tice, D. M. (1998). Ego depletion: Is the active self a limited resource? Journal of Personality and Social Psychology, 74(5), 1252–1265. Baumeister, R. F., & Vohs, K. D. (2007). Self-regulation, ego depletion, and motivation. Social and Personality Psychology Compass. Martell, C. R., Dimidjian, S., & Herman-Dunn, R. (2010). Behavioral activation for depression: A clinician’s guide. Guilford Press. LeDoux, J. E. (1996). The emotional brain: The mysterious underpinnings of emotional life. Simon & Schuster. Barkley, R. A. (2006). Attention-deficit hyperactivity disorder: A handbook for diagnosis and treatment (3rd ed.). Guilford Press. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
Para ouvir enquanto usa outros apps, mude o player para Picture-in-Picture (PiP) durante a reprodução — ele continua tocando em uma pequena janela flutuante (a tela permanece ligada).
Para ouvir com a tela totalmente desligada, a reprodução no navegador é interrompida por uma regra do YouTube. Abra o vídeo no app do YouTube para continuar ouvindo onde a reprodução em segundo plano é suportada (por exemplo, com o YouTube Premium).
Abrir no app do YouTube