Entender melhor essas atitudes é importante porque, muitas vezes, a gente está vivendo no automático sem perceber de onde vêm certos comportamentos. Quando você começa a enxergar que algumas reações têm ligação com experiências passadas, tudo muda, você para de se julgar tanto e começa a se entender melhor. E olha só, esse entendimento não serve só pra você, mas também pra melhorar seus relacionamentos, criar conexões mais saudáveis e, principalmente, aprender a cuidar de si com mais consciência e equilíbrio. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Bowlby, J. (1988). A Secure Base: Parent-Child Attachment and Healthy Human Development. Basic Books. Herman, J. L. (1992). Trauma and Recovery. Basic Books. LeDoux, J. (2000). Emotion circuits in the brain. Annual Review of Neuroscience, 23, 155–184. Masten, A. S. (2001). Ordinary magic: Resilience processes in development. American Psychologist, 56(3), 227–238. Mikulincer, M., & Shaver, P. R. (2007). Attachment in Adulthood. Guilford Press. Sapolsky, R. M. (2004). Why Zebras Don’t Get Ulcers. Holt Paperbacks. Seligman, M. E. P. (1975). Helplessness: On Depression, Development, and Death. Freeman. Singer, T. et al. (2004). Empathy for pain involves the affective but not sensory components of pain. Science, 303(5661), 1157–1162. Tedeschi, R. G., & Calhoun, L. G. (1996). The Posttraumatic Growth Inventory. Journal of Traumatic Stress, 9(3), 455–471. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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