Entender melhor os fetiches é fundamental para ampliar nossa visão sobre a diversidade da sexualidade humana e reduzir preconceitos. Quando conhecemos as origens, significados e limites dessas práticas, conseguimos diferenciar o que é saudável do que pode ser prejudicial, sempre considerando o consentimento e a segurança. Além disso, esse conhecimento ajuda a criar um espaço de diálogo mais aberto e respeitoso, permitindo que as pessoas explorem suas preferências de forma consciente e sem culpa, fortalecendo relacionamentos e promovendo bem-estar sexual. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Vânia Silva Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Dewaraja, R. (1987). Formicophilia, an unusual paraphilia, treated with counseling and behavior therapy. American Journal of Psychotherapy, 41(4), 593–597. Disponível via PsychiatryOnline. Dewaraja, R., & Money, J. (1986). Transcultural sexology: Formicophilia, a newly named paraphilia in a young Buddhist male. Journal of Sex and Marital Therapy, 12(2), 139–145. paraphile.com Lykins, A. D., & Cantor, J. M. (2013). Vorarephilia: A Case Study in Masochism and Erotic Consumption. Archives of Sexual Behavior. Aggrawal, A. (2008). Forensic and Medico-legal Aspects of Sexual Crimes and Unusual Sexual Practices. Boca Raton: CRC Press. Baumeister, R. F. (2008). Gender differences in erotic plasticity: The female sex drive as socially flexible and responsive. Psychological Bulletin. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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