Conhecer melhor a questão materna na nossa infância é fundamental porque a relação com a mãe, ou com a figura que exerceu esse papel, é a base sobre a qual formamos nossas primeiras experiências de afeto, segurança e identidade. É a partir desse vínculo inicial que aprendemos, mesmo sem perceber, como lidar com emoções, como nos enxergar e como nos relacionar com o mundo. Quando compreendemos como essa relação nos marcou, conseguimos identificar padrões inconscientes que ainda influenciam nossa vida adulta e, assim, temos a chance de transformar a dor herdada em consciência, liberdade emocional e crescimento pessoal. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Vânia Sulva Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Boszormenyi-Nagy, I., & Spark, G. M. (2013). Lealtades invisibles: Reciprocidad en terapia familiar intergeneracional (2ª ed.). Buenos Aires: Amorrortu. Degestalt Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). (2022). Sandiléia Pfeiffer & Juliana da Rosa Pureza. Associações entre autocompaixão e esquemas iniciais desadaptativos. Revista Psico, Março-Abril-Maio. DOI:10.15448/1980-8623.2022.1.37365 PUCRS Em Nuvens Silva, A. C. M., Sarto, K. K., Camargos Júnior, J. B., et al. (2021). Quality of life, self-compassion and mindfulness in cancer patients undergoing chemotherapy: A cross-sectional study. European Journal of Oncology Nursing. (Estudo citado em notícia da UNIFAL-MG) Unifal-MG Booth, A. T., Macdonald, J., & Youssef, G. (2019). Contextual Stress and Maternal Sensitivity: A Meta-Analytic Review of Stress Associations with the Maternal Behavior Q-Sort in Observational Studies. arXiv Preprint arXiv:1908.09968. arXiv #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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