Conhecer melhor o vício em tristeza é essencial porque, muitas vezes, ele se disfarça de personalidade, de destino ou de “jeito de ser”, fazendo com que a pessoa acredite que sofrer é inevitável. Quando entendemos como esse padrão se forma, a partir de experiências traumáticas, crenças de desvalor e mecanismos de autoproteção do cérebro, ganhamos consciência para interromper ciclos de autossabotagem, isolamento e culpa. Reconhecer o vício em tristeza não é se julgar, mas recuperar a liberdade de escolher outras formas de viver, abrindo espaço para emoções mais leves, relações mais saudáveis e uma vida que não seja definida apenas pela dor. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: van der Kolk, B. (2014). The Body Keeps the Score. Penguin Books. Young, J. E., Klosko, J. S., & Weishaar, M. (2003). Schema Therapy. Guilford Press. Gilbert, P. (2009). The Compassionate Mind. Constable & Robinson. Neff, K. (2011). Self-Compassion. William Morrow. Frankl, V. (1946). Man’s Search for Meaning. Beacon Press. Litz, B. T., et al. (2009). Moral injury and moral repair in war veterans. Clinical Psychology Review, 29(8), 695–706. Shapiro, F. (2018). Eye Movement Desensitization and Reprocessing (EMDR) Therapy. Guilford Press. Swann, W. B. (2012). Self-verification theory. Handbook of Theories of Social Psychology. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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