Compreender as formas sutis de abuso é essencial porque nem toda violência emocional se apresenta de maneira óbvia. Muitas vezes, comportamentos prejudiciais aparecem disfarçados de humor, cuidado ou preocupação, o que dificulta reconhecê-los no momento em que acontecem. Ao aprender a identificar esses padrões, como críticas constantes, manipulação emocional ou retirada de afeto, a pessoa passa a confiar mais na própria percepção e a estabelecer limites mais saudáveis. Pesquisadores como Evan Stark mostram que o controle psicológico frequentemente opera de maneira silenciosa e gradual; por isso, quanto mais consciência temos sobre essas dinâmicas, maior é nossa capacidade de proteger nossa saúde emocional e construir relações baseadas em respeito, segurança e reciprocidade. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Carnes, P. (1997). The Betrayal Bond: Breaking Free of Exploitive Relationships. Health Communications. Eisenberger, N. I., Lieberman, M. D., & Williams, K. D. (2003). Does rejection hurt? An fMRI study of social exclusion. Science, 302(5643), 290–292. Festinger, L. (1957). A Theory of Cognitive Dissonance. Stanford University Press. Forward, S., & Frazier, D. (1997). Emotional Blackmail. HarperCollins. Mikulincer, M., & Shaver, P. (2016). Attachment in Adulthood: Structure, Dynamics, and Change. Guilford Press. Stark, E. (2007). Coercive Control: How Men Entrap Women in Personal Life. Oxford University Press. Sue, D. W. (2010). Microaggressions in Everyday Life. Wiley. Vangelisti, A. L. (2012). Interpersonal processes in communication and relationships. In: The Cambridge Handbook of Personal Relationships. Cambridge University Press. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
Para ouvir enquanto usa outros apps, mude o player para Picture-in-Picture (PiP) durante a reprodução — ele continua tocando em uma pequena janela flutuante (a tela permanece ligada).
Para ouvir com a tela totalmente desligada, a reprodução no navegador é interrompida por uma regra do YouTube. Abra o vídeo no app do YouTube para continuar ouvindo onde a reprodução em segundo plano é suportada (por exemplo, com o YouTube Premium).
Abrir no app do YouTube