Conhecer melhor as técnicas para recuperar a vontade de viver é fundamental porque, quando ela desaparece, não é a falta de caráter, fé ou gratidão que está em jogo, mas sim um cérebro exausto, desregulado e sobrecarregado. Essas técnicas transformam o sofrimento difuso em caminhos concretos, ajudam a reduzir a sensação de impotência e devolvem, pouco a pouco, a percepção de que ainda existe algum grau de escolha e movimento possível. Ao compreender e aplicar estratégias baseadas em evidência, como pequenos passos, organização da motivação e apoio adequado, a vontade de viver deixa de ser um milagre esperado e passa a ser algo reconstruído, com realismo, dignidade e humanidade. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Beck, A. T., Rush, A. J., Shaw, B. F., & Emery, G. (1979). Cognitive Therapy of Depression. Guilford Press. Eccles, J. S., & Wigfield, A. (2002). Motivational beliefs, values, and goals. Annual Review of Psychology, 53, 109–132. Gilbert, D. T., Pinel, E. C., Wilson, T. D., Blumberg, S. J., & Wheatley, T. (2002). Immune neglect. Journal of Personality and Social Psychology, 75(3), 617–638. Martell, C. R., Dimidjian, S., & Herman-Dunn, R. (2010). Behavioral Activation for Depression. Guilford Press. Nestler, E. J., et al. (2002). Neurobiology of depression. Neuron, 34(1), 13–25. Salamone, J. D., & Correa, M. (2012). The mysterious motivational functions of mesolimbic dopamine. Neuron, 76(3), 470–485. Snyder, H. R. (2013). Major depressive disorder is associated with broad impairments on neuropsychological measures of executive function. Clinical Psychology Review, 33(1), 78–92. Treadway, M. T., & Zald, D. H. (2011). Reconsidering anhedonia in depression. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 35(3), 537–555. Wampold, B. E. (2015). How important are the common factors in psychotherapy? World Psychiatry, 14(3), 270–277. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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