Compreender como a nossa mente filtra, interpreta e distorce a realidade não é apenas um exercício intelectual, é uma ferramenta prática de transformação pessoal. Quando passamos a reconhecer nossos vieses, questionar nossas certezas e diferenciar fatos de interpretações, ganhamos algo extremamente valioso: liberdade psicológica. Liberdade para reagir de forma mais consciente, para não sermos reféns de padrões automáticos e, principalmente, para reconstruir a maneira como vivemos nossas experiências. Em um mundo onde grande parte do sofrimento nasce dentro da própria mente, conhecer esses mecanismos é, na prática, aprender a viver com mais clareza, equilíbrio e autonomia emocional. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Beck, A. T. (1976). Cognitive Therapy and the Emotional Disorders. New York: International Universities Press. Ellis, A. (1962). Reason and Emotion in Psychotherapy. New York: Lyle Stuart. Hebb, D. O. (1949). The Organization of Behavior: A Neuropsychological Theory. Wiley. Kahneman, D. (2011). Thinking, Fast and Slow. Farrar, Straus and Giroux. Nickerson, R. S. (1998). Confirmation bias: A ubiquitous phenomenon. Review of General Psychology, 2(2), 175–220. [https://doi.org/10.1037/1089-2680.2.2.175) Simons, D. J., & Chabris, C. F. (1999). Gorillas in our midst. Perception, 28(9), 1059–1074. [https://doi.org/10.1068/p281059] Korzybski, A. (1933). Science and Sanity. Institute of General Semantics. Kaufman, S. B. (2013). Ungifted: Intelligence Redefined. Basic Books. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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