Conhecer como o narcisista reage à nossa libertação é fundamental porque nos permite interpretar corretamente comportamentos que, sem esse entendimento, parecem confusos, exagerados ou até contraditórios. Quando compreendemos que o aumento do drama, da vitimização ou das tentativas de difamação não são sinais de amor, arrependimento ou fragilidade real, mas respostas previsíveis à perda de controle, deixamos de internalizar a culpa e o medo. Esse conhecimento devolve clareza emocional, fortalece limites e impede que sejamos reabsorvidos pela dinâmica abusiva justamente no momento em que estamos começando a recuperar nossa autonomia, identidade e saúde psicológica. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: American Psychiatric Association. (2022). DSM-5-TR: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (5th ed., text rev.). APA Publishing. Forward, S., & Frazier, D. (1997). Emotional Blackmail: When the People in Your Life Use Fear, Obligation, and Guilt to Manipulate You. HarperCollins. Herman, J. L. (1992). Trauma and Recovery. Basic Books. Kernberg, O. F. (1975). Borderline Conditions and Pathological Narcissism. Jason Aronson. Pincus, A. L., & Lukowitsky, M. R. (2010). Pathological narcissism and narcissistic personality disorder. Annual Review of Clinical Psychology, 6, 421–446. [https://doi.org/10.1146/annurev.clinpsy.121208.131215](https://doi.org/10.1146/annurev.clinpsy.121208.131215) Pincus, A. L., Ansell, E. B., Pimentel, C. A., Cain, N. M., Wright, A. G. C., & Levy, K. N. (2009). Initial construction and validation of the Pathological Narcissism Inventory. Psychological Assessment, 21(3), 365–379. Ronningstam, E. (2005). Identifying and Understanding the Narcissistic Personality. Oxford University Press. Stark, E. (2007). Coercive Control: How Men Entrap Women in Personal Life. Oxford University Press. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
Para escuchar mientras usas otras apps, cambia el reproductor a Picture-in-Picture (PiP) durante la reproducción: sigue sonando en una pequeña ventana flotante (la pantalla permanece encendida).
Para escuchar con la pantalla totalmente apagada, la reproducción en el navegador se detiene por el funcionamiento de YouTube. Abre el vídeo en la app de YouTube para seguir escuchando donde la reproducción en segundo plano es compatible (por ejemplo, con YouTube Premium).
Abrir en la app de YouTube