Entender profundamente a relação entre solidão, isolamento e traumas da infância é essencial porque isso muda completamente a forma como enxergamos a nós mesmos e os outros. Em vez de interpretar dificuldades de conexão como fraqueza, fracasso ou “problema de personalidade”, passamos a reconhecê-las como respostas adaptativas de um sistema nervoso que tentou nos proteger. Esse conhecimento não apenas reduz a autocrítica e a vergonha, mas também abre caminhos mais eficazes de cura, baseados em ciência, como a autorregulação e a construção gradual de vínculos seguros, permitindo que a pessoa deixe de apenas sobreviver emocionalmente e comece, de fato, a viver com mais presença, segurança e conexão. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Van der Kolk, B. A. (2014). The body keeps the score: Brain, mind, and body in the healing of trauma. New York: Viking. Felitti, V. J., Anda, R. F., Nordenberg, D., Williamson, D. F., Spitz, A. M., Edwards, V., ... & Marks, J. S. (1998). Porges, S. W. (2011). The polyvagal theory: Neurophysiological foundations of emotions, attachment, communication, and self-regulation. New York: Norton. Levine, P. A. (2010). In an unspoken voice: How the body releases trauma and restores goodness. Berkeley: North Atlantic Books. Pagliaccio, D., et al. (2023). The neurobiological profile of traumatized adolescents. Neuroscience & Biobehavioral Reviews. Tyrka, A. R., Parade, S. H., & Seifer, R. (2015+). Studies on childhood adversity, telomeres, and mitochondrial DNA. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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