Entender como o corpo armazena o trauma é essencial para reconhecermos que muitas reações emocionais e físicas não são “fraqueza” ou “exagero”, mas respostas automáticas gravadas no nosso sistema nervoso. Quando compreendemos esse mecanismo, conseguimos identificar gatilhos, buscar formas eficazes de regulação e oferecer apoio adequado a nós mesmos e aos outros. Essa consciência abre caminho para tratamentos mais humanizados, baseados em segurança e autocuidado, permitindo que o corpo aprenda, pouco a pouco, que a ameaça já passou. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Vânia Silva Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Bessel van der Kolk, M. (2014). The body keeps the score: Brain, mind, and body in the healing of trauma. New York: Viking. [https://www.besselvanderkolk.com/resources/the-body-keeps-the-score](https://www.besselvanderkolk.com/resources/the-body-keeps-the-score) Felitti, V. J., Anda, R. F., Nordenberg, D., Williamson, D. F., Spitz, A. M., Edwards, V., Koss, M. P., & Marks, J. S. (1998). Relationship of childhood abuse and household dysfunction to many of the leading causes of death in adults: The Adverse Childhood Experiences (ACE) Study. American Journal of Preventive Medicine, 14(4), 245–258. [https://doi.org/10.1016/S0749-3797(98)00017-8](https://doi.org/10.1016/S0749-3797%2898%2900017-8) Porges, S. W. (2011). The polyvagal theory: Neurophysiological foundations of emotions, attachment, communication, and self-regulation. New York: W. W. Norton & Company. [https://doi.org/10.4324/9781315740008](https://doi.org/10.4324/9781315740008) Shin, L. M., & Liberzon, I. (2010). The neurocircuitry of fear, stress, and anxiety disorders. Neuropsychopharmacology, 35(1), 169–191. [https://doi.org/10.1038/npp.2009.83](https://doi.org/10.1038/npp.2009.83) van der Kolk, B. A., Hopper, J. W., & Osterman, J. E. (2001). Exploring the nature of traumatic memory: Combining clinical knowledge with laboratory methods. Journal of Aggression, Maltreatment & Trauma, 4(2), 9–31. [https://doi.org/10.1300/J146v04n02\_02](https://doi.org/10.1300/J146v04n02_02) #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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