Conhecer o que realmente importa numa relação é fundamental porque isso nos protege de confundir intensidade com profundidade e carência com amor. Quando entendemos que reciprocidade, respeito, responsividade emocional e compromisso mútuo são os pilares de um vínculo saudável, como mostram as pesquisas de John Gottman e a teoria do apego de John Bowlby, deixamos de aceitar migalhas emocionais e passamos a buscar relações que promovem segurança, crescimento e bem-estar. Saber o que importa não é criar exigências irreais; é desenvolver maturidade emocional para escolher o que é mútuo e saudável. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Bowlby, J. (1969).Attachment and Loss. Basic Books. Dainton, M., & Aylor, B. (2002). Patterns of communication channel use in romantic relationships. Personal Relationships, 9(2), 119–135. Fisher, H., Brown, L., Aron, A., Strong, G., & Mashek, D. (2010). Reward, addiction, and emotion regulation systems associated with rejection in love. Journal of Neurophysiology, 104(1), 51–60. Gottman, J., & Silver, N. (1999). The Seven Principles for Making Marriage Work. Crown. Gross, J. (1998). The emerging field of emotion regulation. Review of General Psychology, 2(3), 271–299. Guerrero, L., & Andersen, P. (1998). The dark side of jealousy and relational satisfaction. Communication Reports, 11(2), 121–131. Mikulincer, M., & Shaver, P. (2007). Attachment in Adulthood. Guilford Press. Reis, H., Clark, M., & Holmes, J. (2004). Perceived partner responsiveness. Personality and Social Psychology Review, 8(2), 95–112. Sternberg, R. (1986). A triangular theory of love. Psychological Review, 93(2), 119–135. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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