Conhecer melhor as diferentes formas de autismo é fundamental para derrubar estereótipos e promover uma compreensão mais realista sobre o espectro. Cada pessoa autista tem características e necessidades próprias, e entender essas variações ajuda a oferecer um apoio mais adequado, seja no ambiente escolar, familiar ou profissional. Além disso, essa consciência contribui para reduzir o preconceito, estimular a inclusão e valorizar as potencialidades individuais, permitindo que cada um desenvolva suas habilidades de forma mais plena e com maior qualidade de vida. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narração: Vânia Silva Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing. https://doi.org/10.1176/appi.books.9780890425596 Kanner, L. (1943). Autistic disturbances of affective contact. Nervous Child, 2, 217–250. https://neurodivergence.clinic/kanner-1943-autistic-disturbances.pdf Asperger, H. (1944). Die „Autistischen Psychopathen” im Kindesalter. Archiv für Psychiatrie und Nervenkrankheiten, 117(1), 76–136. https://doi.org/10.1007/BF01837709 Rett, A. (1966). Über ein eigenartiges hirnatrophisches Syndrom bei Hyperammonämie im Kindesalter. Wiener Medizinische Wochenschrift, 116, 723–726. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/5300599/ Volkmar, F. R., & Klin, A. (2005). Issues in the classification of autism and related conditions. In F. R. Volkmar, R. Paul, A. Klin, & D. Cohen (Eds.), Handbook of autism and pervasive developmental disorders (3rd ed., Vol. 1, pp. 5–41). Hoboken, NJ: Wiley. https://doi.org/10.1002/9780470939345.ch1 Newson, E., Le Maréchal, K., & David, C. (2003). Pathological demand avoidance syndrome: A necessary distinction within the pervasive developmental disorders. Archives of Disease in Childhood, 88(7), 595–600. https://doi.org/10.1136/adc.88.7.595 #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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