Compreender por que algumas pessoas choram com mais facilidade é importante porque isso nos ajuda a abandonar julgamentos superficiais e desenvolver uma visão mais compassiva sobre a experiência emocional humana. Quando entendemos que o choro pode estar ligado a características do sistema nervoso, à forma como processamos emoções e até a mecanismos naturais de regulação do estresse, percebemos que as lágrimas não são necessariamente um sinal de fraqueza, mas muitas vezes uma expressão saudável do funcionamento psicológico. Conhecer esses processos também permite que as pessoas se aceitem melhor, reconheçam suas próprias necessidades emocionais e aprendam a lidar com seus sentimentos de forma mais consciente e equilibrada. --------------- Especialista e videomaker: Amanda Costa – pós-graduada em Psicologia Positiva Narradoras: Nayara Lopes Vânia Silva Leah Shevaun Ivone Marques Leituras online que usamos em nossos conteúdos e recomendamos: https://www.psychologytoday.com https://psychcentral.com https://www.theschooloflife.com Referências adicionais para esse vídeo: Aron, E. N., Aron, A., & Jagiellowicz, J. (2010). Sensory processing sensitivity: A review in the light of the evolution of biological responsivity. Personality and Social Psychology Review, 14(2), 218–231. [https://doi.org/10.1177/1088868309352320](https://doi.org/10.1177/1088868309352320) Aron, E. N., Brown, L. L., & Aron, A. (2010). Sensory processing sensitivity and neural responses to changes in visual scenes. Social Cognitive and Affective Neuroscience, 5(2–3), 219–226. [https://doi.org/10.1093/scan/nsq001](https://doi.org/10.1093/scan/nsq001) Bylsma, L. M., Vingerhoets, A. J., & Rottenberg, J. (2008). When is crying cathartic? An international study. Journal of Research in Personality, 42(5), 1165–1180. [https://doi.org/10.1016/j.jrp.2008.03.003](https://doi.org/10.1016/j.jrp.2008.03.003) Gelstein, S., Yeshurun, Y., Rozenkrantz, L., et al. (2011). Human tears contain a chemosignal. Science, 331(6014), 226–230. [https://doi.org/10.1126/science.1198331](https://doi.org/10.1126/science.1198331) Gross, J. J., & Levenson, R. W. (1997). Hiding feelings: The acute effects of inhibiting positive and negative emotion. Journal of Abnormal Psychology, 106(1), 95–103. [https://doi.org/10.1037/0021-843X.106.1.95](https://doi.org/10.1037/0021-843X.106.1.95) Hendriks, M. C., & Vingerhoets, A. J. (2006). Social messages of crying faces: Their influence on anticipated person perception, emotions and behavioral responses. Cognition & Emotion, 20(6), 878–886. [https://doi.org/10.1080/02699930500450218](https://doi.org/10.1080/02699930500450218) Pennebaker, J. W. (1997). Writing about emotional experiences as a therapeutic process. Psychological Science, 8(3), 162–166. [https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.1997.tb00403.x](https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.1997.tb00403.x) Vingerhoets, A. J. J. M. (2013). Why Only Humans Weep: Unravelling the Mysteries of Tears. Oxford University Press. #Psicologia na prática #Psicanálise #Terapia #Autoconhecimento #Autodesenvolvimento #Bem-estar #Psicologia positiva
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